Gosto de chá, pronto! Chás de infusão, tisanas, de pacote, qualquer chá. Lima, cidreira, tilia, hortelã, chá verde, chá preto e muitos mais. Mas na verdade, por vezes dava comigo a pensar que gostaria de conhecer uma casa de chá onde esta bebida pudesse ser saboreada com tempo, com sentido e sensibilidade, e nunca sei onde está esse espaço...
Uns falam de um salão de chá lá para os lados de Campo Ourique, outros dizem que nem por isso, e eu continuo a beber o meu chá em casa, imaginando-me numa dessas salas de chá, a olhar para a janela e contar as gotas de chuva no vidro com uma manta quentinha sobre as pernas... a esta altura alguns estarão a pensar "que cenário mais velho!", mas não acho, se juntar a isto tudo um salão de chá com vista para o mar...Se alguém souber de alguma salão de chá que possa proporcionar estes e outros prazeres, aceito sugestões!
Mas, nos entretantos, li na Time Out que abriu uma casa de chá no Monte Estoril, chama-se Boulan, e ao que consta tem uma carta de chás divinais acompanhados de justas delicias doces e salgadas, e com direito a mantinha, só não sei se está perto do mar. Mas um dia destes vou visitar, depois conto-vos.
E para outros apreciadores de chá, aqui vai a morada: Boulan - Casa de Chá, Av. do Lago, 4 Estoril, Telf. 21 099 38 21. (Aberto todos os dias das 08h00 às 19h00).
E bons chás!
1 comentários:
Sei de uma casa com belíssimos chás no Largo do Carmo, mas não deixa de ser algo banal. E do Pavilhão Chinês, mas para ir e noite. E de um espaço que talvez se chame "Moínho", lá para as bandas de Linda a Velha, com uns scones maravilhosos, mas cujo caminho já perdi da memória. Depois há a Casa do Largo, em Caneças, onde, para além do chá, temos ainda um chocolate branco quente, com limão e pinhões, de chorar por mais. Mas nenhum destes sítios fica frente ao mar (e muito menos têm mantas).
Por fim, tens sempre a casa de chá Almeida Garrett, em Leça da Palmeira. Andas "um bocadinho" até lá (eheheh), mas vale a pena a tarde, de preferência em dia de tempestade, para apreciares, dali de dentro no quentinho, através da grande vidraça, as ondas a baterem furiosas. Não te esqueças da manta!
Abraço
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